Silêncio em São Paulo: a crônica de um recomeço
Era um dia de sábado e fazia 09 graus. Muito frio. Levantei cedo, tomei um banho quentinho — ainda bem que era chuveiro elétrico. Vesti uma roupa emprestada, uma jaqueta também emprestada, e fui assim mesmo, com a cara, a coragem e a fé. Sozinha. Pedi um Uber, coloquei o endereço e me joguei. O … Ler mais